26/06/2017 às 16:37
Mão dupla com o “melhor amigo”

No texto de hoje tratarei sobre relações com seres diferentes dos que costumo corriqueiramente tratar neste mesmo espaço. Refiro-me aos políticos. Não generalizo, é claro!,mas acredito que nessa área os confiáveis são minoria.
Contrariamente, em relação aos cães, penso que a maioria é confiável o que justifica o fato de serem considerados “o melhor amigo do homem”.
Acredito, entretanto, que é necessário que se adote uma mão dupla na convivência com o “melhor amigo”, ou seja, é preciso representarmos para os cães o papel de melhor amigo deles. Nesse caso, deveríamos começar combatendo a prática de manter os animais acorrentados, expostos a chuva, frio e às vezes até sem água ou alimento.
Costumo ver verdadeiras matilhas de cães de rua que oferecem perigo principalmente para crianças. Soltos e esfomeados, eles brigam entre si, latem e rosnam para quem se aproxima deles. Como têm fome, evidentemente querem saciá-la... Penso que, nesses casos, a solução seria a castração assistida por veterinário, para evitar a proliferação de cães de rua. Vacinação e campanhas de conscientização sobre maus tratos e até mesmo criminalização dos reincidentes em judiaria contra os cães também são medidas que podem ajudar a resolver problemas dessa natureza.
Ao lerem este alerta, alguns poderão dizer que há coisas mais interessantes com que se preocupar. Eu sei disso. Mas sempre há coisas mais interessantes do que aquela que se está mencionando, e por isso é preciso estabelecer prioridades. E aqui, agora, defendoeste ponto de vista: “mão dupla” com o “melhor amigo”.
 

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