18/09/2017 às 15:08
Motoristas e pedestres

Jauri Gomes de Oliveira – Deputado Emérito

Em nossa cidade, em certos dias, o simples ato de andar passa a representar um perigo. O trânsito se tornou potencialmente perigoso para motoristas e pedestres, e não há erros somente de uns ou de outros, mas de uns e de outros.
Os motoristas, principalmente motoqueiros, se excedem na velocidade e na impaciência. Já muitos pedestres, quando o motorista para na faixa de segurança para que eles possam cruzar a rua, diminuem o ritmo do andar. Na verdade, penso que os pedestres deveriam aguardar sua vez, até para evitar que os veículos tenham de parar de supetão. Ou, uma vez na faixa, deveriam apressar o passo, sem se precipitar, é claro, mas colaborando para que o trânsito flua normalmente, especialmente nos momentos de maior fluxo.
Preferência não é propriedade, mas o direito de passar primeiro. Daí a diminuir o passo, parece sugerir que o pedestre se sente “o dono do pedaço”. Evidentemente, essa atitude atrapalha bastante, embora os pedestres devam ter garantido seu direito de ir e vir. Quer-me parecer que os condutores se sentem mais seguros quando os pedestres colaboram mais apressando o passo ao cruzarem a faixa ou aguardando para passar somente depois que os veículos pararem antes da faixa. Assim, muito stress pode ser evitado de todos os lados.
Outro fato que se percebe é a passagem de alguns motoqueiros por entre os automóveis, o que traz certa apreensão devido à velocidade desses motoristas. Por serem menores e mais ágeis, as motos podem passar em espaços apertados. Mas, vejam bem, eu disse “alguns”. Repito: são apenas alguns.

 

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