31/10/2017 às 11:36
CORES NA DANÇA

Que seria do verde, se todos gostassem do amarelo?
Que seria do azul, se todos se adaptassem ao vermelho?
Mas... A sintonia do azul e rosa permanecem em alta.
Outubro, rosa no foco. Novembro aponta o azul.
Ambos, azul e rosa, permanecem uma vida toda. Ex-alunas salesianas bem sabem disto.
No outubro, a cor rosa cobriu toda a nação brasileira. Estados e municípios vestiram, literalmente, a camiseta.
Para diminuir mortes ocasionadas pelo câncer de mama, a melhor estratégia, ainda consiste na prevenção. Promover campanhas, esclarecimentos, chamar à razão milhares de mulheres. O alarde geral justifica. Lenços rosa, camisetas, fitas, batom rosa, sombrinhas, colares... Tudo vale para chamar atenção.
O câncer de mama não escolhe mais idade, embora sua maior incidência ocorra entre 45 e 55 anos. Não dá para olhar somente a esfera genética. Há mulheres com câncer de mama que não encontram casos em seus antecedentes familiares.
Atualmente, o estudo bioquímico das células cancerígenas leva a tratamentos promissores, dando ao oncologista qual protocolo a seguir, bem como quais medicamentos não irão atuar naquele determinado tumor.
O caminho a trilhar inicia pela própria mulher; após o clínico geral, ginecologista, mastologista, radiologista (biópsia dirigida), patologista, oncologista. É um exército armado na luta pela sobrevivência. E as vitoriosas aparecem.
Não esquecer a ala masculina. Homem também pode aparecer com câncer de mama. Ao detectar qualquer massa tumoral, imediatamente deve ser extirpada.
E vem o novembro. Hora do azul na prevenção do câncer de próstata. E a música chama os masculinos a dançar. Exame de sangue, toque retal e ultrassonografia da próstata.
Viva em paz com o branco. Preto... Outra história.


 

Médica

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