16/01/2018 às 09:46
BOTA FÉ

Pé no chão. Para contemplar estrelas, ainda, seria melhor, por todo o corpo físico no solo.
Grupos otimistas dão largada, (ou continuam), trabalhando em melhorias para a própria cidade. Urbanismo técnico e sentimental. Não faltam entidades para arregaçar as mangas e ir à luta. Estas atividades criativas, participativas, convocam populares a sair da pasmaceira missioneira desde idos do século XVIII, quando a região ‘morria’, dando um leve acordar nos fins do século XIX e início do século XX.
Reacendem luzinhas em cabeça arejadas. Refletem em outros. Ecos respingam. Aquele ‘mexa-se’ levanta bumbum de cadeiras envelhecidas.
Nada mais incômodo, para o ego, quando, se percebe, outras cidades que florescem para a vida. Ao rodar por elas, se sente aquela expressão ‘esta terra tem dono’, lema, que seria deste chão missioneiro. E, com esta, gota de sangue, circulando nas veias, que este torrão, aqui nas Missões, convoca a todos, dando aquele ‘apito’ de largada (ou já em evolução), para olhar calçadas, ruas, avenida, estacionamentos públicos, com espírito crítico e construtivo. Conte com seu vereador e mande-o por em ação seu plano teórico. Uns já fazem isso. Existem edis, em posição que se acham confortáveis, que acumulam mandatos, sem preencher uma folha de ações, não deixando suas marcas, mostrando para que finalidades viessem.
Associações diversas, governamentais ou não, botam fé em inúmeros serviços, visando um ‘pouco’ que, a cada tempo, se juntam outros, para fazer o ‘muito’.
Individualismo não se aceita em pleno século XXI.
O trabalho, voluntário ou não, corrige pessimismo, solidão, ‘depressão’ fajuta, tristeza, articulações enferrujadas, obesidade, insônia, chororós. Cirurgia plástica não põe em forma o ‘eu’. Dê formas belas ao ‘nós’.
Bota fé nas pequenas coisas. Grandes realizações surgirão, dando amor à vida. A cidade precisa urgente de você. Saia da sua zona de conforto!

 

Médica

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