17/04/2018 às 10:52
ABOBRINHAS

Está cansado? Não leia.
Numa reunião, das mais diferentes origens, chega uma hora que, da rodada, só sai palavrinhas sem fundamentação alguma. O cansaço ou a não necessidade de intervenção do locutor seria desnecessário. Abobrinhas! Cédulas de mil cruzeiros antigos.
Contudo, há abobrinhas incansáveis que devem ser bisadas.
Imaginaram se na imprensa só transmitissem boas notícias? Por exemplo, atendimento à saúde. Óbvio que teria que ser bem feito. Mas somente são noticiados os contras. Contra tudo. Abóboras grandes!
Realizar mamografia. Aparelhagem, à disposição, ociosa. É imperativo à mulher fazê-la. Não tem que tecer abobrinha a respeito. Coisas boas são pouco divulgadas. Entram nesta roda, dita de pessoas civilizadas, cultas, mulheres com atraso deste RX. Cantar abobrinhas sabe.
E o preventivo de câncer de colo uterino (Papanicolaou). Percorra o corpo docente de escolas. Estão todos em dia? Mas estão afiadas para ‘abobrinhas’ triviais nas rodas de conversês.
Exames laboratoriais para maiores de 40 anos estão em dia? Repeti-los, incessantemente, são desnecessários. Abobrinhas fúteis.
Ao entrar no climatério (após última menstruação) que tal avaliar a saúde óssea? Abóbora real.
A obesidade, grande e grave abóbora doente do século, levam a uma série de patologias graves. Em vez de exame e mais exame, que tal aquela caminhada (ou corrida), colhendo flores de aboboreira comestíveis? Não adianta se decepcionar com gordurinhas, aqui e ali, em todo o corpo. Faça exercícios físicos. Trabalhe seu corpo. Deixe o cérebro dominá-lo certeiramente.
Ainda, a obesidade infantil preocupa. Doenças mais cedo.
Abobrinhas mórbidas? Deixe longe de você.

 

 

Médica

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