01/08/2017 às 16:40
Agosto Dourado: Mês do Aleitamento Materno

 O Congresso Nacional sancionou recentemente, uma lei que institui o mês de agosto, como o Mês do Aleitamento Materno, e com isso, passa a ser chamado Agosto Dourado. Esta lei diz que no mês de agosto, ações intersetoriais de conscientização e esclarecimentos a respeito da importância do aleitamento materno, serão intensificadas por meio de palestras, reuniões em comunidades, espaços públicos e divulgação na mídia, além de decorações com a cor dourada para lembrar a campanha. 

 Mês do Aleitamento Materno
Agosto Dourado: O Mês do Aleitamento Materno tem o intuito de reforçar que o ato de amamentar traz benefícios tanto para a mãe quanto para o bebê, e que estes benefícios perduram até a vida adulta da criança, reduzindo riscos de muitas doenças. 
Semana Mundial de Aleitamento Materno
De 1º a 7 de agosto ocorre, em 150 países, entre eles o Brasil, a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Esta comemoração faz parte de uma história mundial voltada para sobrevivência, proteção e desenvolvimento da criança, devido a grande preocupação com a mortalidade infantil.
No Brasil, desde 1999, o Ministério da Saúde coordena a Semana Mundial de Aleitamento Materno. A cada ano, esta comemoração tem um tema definido que pode ser adaptado a cada país a fim de que sejam obtidos mais e melhores resultados. Materiais são preparados e distribuídos para que o tema seja divulgado. Este ano, o tema aqui no Brasil é: Trabalhando juntos pela amamentação, sem conflitos de interesse.
Benefícios do Aleitamento Materno
O aleitamento materno exclusivo, ou seja, sem outras fontes de líquidos ou sólidos, contém todos os nutrientes essenciais para o crescimento e o desenvolvimento da criança até os seis meses de vida. E como complemento, ele continua sendo uma importante fonte de nutrientes até o segundo ano de vida ou mais.
Iniciar alimentos complementares antes de seis meses de idade não é recomendado, pois pode causar prejuízos à saúde da criança e da mãe. O leite materno pode melhorar a resistência da criança e evitar infecções respiratórias, reduzir riscos de alergias e doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão, obesidade e dislipidemia. Além disso, há evidencias científicas que comprovam a contribuição no melhor desenvolvimento cognitivo e emocional da criança.
 

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