Triste vandalismo
09 de Janeiro de 2018 ās 18:04

Olhando a situação que se encontrava o centro da nossa cidade, na virada do ano, ouvi o comentário de uma cidadã dizendo que aquilo era o retorno da juventude, e me sugeriu colocar este título e escrever na coluna a respeito.
Respondi que aceitaria a sugestão, porem, não com este título que generalizaria, ao que se espera interviu dizendo que não sabia de alguém que tivesse se manifestado contra e por isso não havia que fazer.
Com todo respeito ao ponto de vista de cada um, exponho o meu que em síntese é: “o teu direito acaba onde começa o do outro”. Isso mesmo, pois se gosta de ouvir música com som alto, não tenho o direito de fazer isso obrigando aqueles que querem dormir e ficam impedidos de fazê-lo, por causa da barulheira. Uma pessoa que trabalha, por exemplo, durante o dia, tem na noite o direito de descansar. Quanto a sujeira, com garrafas e latas de bebidas, sacos plásticos, carteiras de cigarro e outras coisas, eu perguntaria se quem pratica isso faria em sua própria casa. Com respeito, tanto ao volume das músicas e as sujeiras esparramadas.
Na minha casa não permitiria, e na via pública, que cumpram-se as leis. Para finalizar: Antes de julgar, nos coloquemos no lugar do outro