Acreditem na Educação ‌

  • 24 de março de 2023

É urgente observarmos a educação nos seus aspectos formal e informal como valor perene que não pode ser absorvido pelos “pseudos” que se alinham ao “mais ou menos”, ao “parece” ou ao “talvez”. Educação, na sua extensão e profundidade de realidade, é um processo no qual não se cerceiam limites e espaços. Ela é e sempre será um fenômeno que cabe a todos nós, sem desculpas, a qualquer hora e em qualquer, pois educação é um processo que deve ser evidenciado na sua prática.

Educação não se restringe ao estar ou ao agir em público, uma vez que ela também está presente nos recônditos do privado, ou seja, do “eu para comigo mesmo”. A educação se apresenta, nos processos formal e informal, como real e permanente, a partir do mínimo do mínimo ao máximo do máximo.

No campo da educação, como patrimônio individual e coletivo de uma nação que se estrutura e se conjuga na soma do individual, estão os processos da observância e da constância. Esses processos são como solidificadores dos bons hábitos e das boas atitudes que predispõem a consolidação do permanente incrustado no pensar, no sentir e no agir individual como precursor da positividade dos comportamentos de boa educação no coletivo.

Ao nos expressarmos, liberamos os disfarces do nosso individual e demonstramos o que realmente guardamos dentro de nós. Por isso, saber conviver saudavelmente é pré-requisito para obtermos bons relacionamentos em todas as áreas de nossa vida. Daí a importância de nos relacionarmos com as pessoas de forma verdadeira, sem mentiras.

Educação não é como um produto de “cabide”, isto é, como uma peça de roupa que vestimos em certas ocasiões e que, posteriormente, é pendurada ou guardada para ser usada novamente quando assim nos for conveniente. Se nem aos povos bárbaros era possível dar o direito da presunção do não saber, que dirá permitir às pessoas do mundo civilizado de hoje utilizarem recursos ou desculpas por comportamentos agressivos e desenfreados. Nos dias atuais, nem mesmo a alegação de não se ter frequentado a escola serve de justificativa para ser mal-educado.

A educação se inicia no ambiente familiar, principalmente pelos exemplos passados pelos pais aos seus filhos. O provérbio “as palavras movem, mas os exemplos arrastam” nos faz lembrar o valor dos bons exemplos, pois eles têm o poder de convencer muito mais eficazmente do que as palavras e dão a oportunidade de as pessoas aprenderem com eles.

Nesse sentido, pela experiência que temos, costumamos dizer que a atuação familiar é educativa e visa o melhor para os seus filhos. Assim, há os filhos bem educados pela família, mas há, também, os que escolhem não ser educados, embora em algum momento de suas vidas eles terão que aprender a sê-lo, mesmo que seja “a tapas.”

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