Agro em Foco | José Grisolia Filho

  • 6 de outubro de 2023

Silvicultura: Novas exigências para novos plantios

Após três anos, o Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) aprovou o Zoneamento Ambiental para a Atividade de Silvicultura no Rio Grande do Sul. A atualização foi publicada no Diário Oficial do Estado e deverá ser aplicada nos novos plantios ou na renovação de plantações florestais existentes. O Rio Grande do Sul é o único estado a contar com zoneamento específico para a silvicultura, o que restringe a expansão das áreas plantadas.

 

RS é o terceiro com maior valor de produção

O Rio Grande do Sul é o terceiro colocado no ranking dos estados com maior valor de produção, com R$ 3,78 bilhões, conforme levantamento da Produção Vegetal e da Silvicultura 2022, do IBGE. O levantamento também indica Encruzilhada do Sul na quarta posição no ranking nacional municipal, com valor de produção florestal contabilizado em 394,4 milhões.

 

Ovinocultura terá recursos do Fundovinos

Depois de quatro anos paralisado, o Fundo de Desenvolvimento da Ovinocultura (Fundovinos) deverá voltar a liberar recursos para o setor produtivo gaúcho. A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) deverá voltar a liberar recursos para o setor produtivo gaúcho.  O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou que uma medida de subvenção para o setor está em estudo, mas que depende de análise da Casa Civil. Já o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, tentou passar uma mensagem de comprometimento do governo com o setor. Ele afirmou que está conversando com o segmento e com frentes parlamentares para buscar soluções e resgatar a competitividade do produtor.

 

Governo Federal poderá fazer pública para compra de leite em pó

O presidente da Conab, Edegar Pretto, afirmou que está em andamento a chamada pública para a compra de R$ 100 milhões de leite em pó pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Conforme Pretto, a Conab também finaliza um estudo, que será apresentado à Casa Civil, para viabilizar uma subvenção aos agricultores, com base em preços de referência de cada Estado.

 

“De onde a carne vem? No verso da embalagem tem”

Foi lançado quarta-feira, nas redes sociais, a campanha “De onde a carne vem? No verso da embalagem tem”. A iniciativa é do Instituto Desenvolve Pecuária visa orientar a população a reconhecer a procedência dos cortes bovinos e a preferir os produzidos no Estado. De acordo com o presidente do Instituto, Luís Felipe Barros, 53% da carne bovina consumida pelos gaúchos vêm de outros estados. “Com mais da metade do Estado consumindo carne de fora, obviamente tem pessoas que não sabem que esta carne é de fora”, alerta.O dirigente reconhece, entretanto, que o produto de outras regiões chega ao varejo gaúcho com preços de até 35%  maios atrativos.

 

STJ analisa recurso da Emater

O Superior Tribunal de Justiça trabalha esta semana para julgar o recurso da Associação
Sulina de Crédito Rural (Ascar), mantida pela Emater/RS, que pretende restabelecer a imunidade tributária da empresa, já amparada pela Certificação de Entidade Beneficente de Assistência Social. O caso se arrasta desde 2011, quando foi ajuizada ação popular por cerca de 70 pessoas, entre parlamentares e três ex-governadores, com o fim de proteger o caráter assistencial da associação, após ato da União que havia retirado o benefício. A defesa da Emater tem pedido apoio aos autores da ação para obter agenda presencial com os ministros que julgarão o caso em Brasília. “A ação visa extinguir o passivo bilionário existente e impedir a extinção da Ascar”, alerta o advogado da Ascar Rodrigo Dalcin Rodrigues. Por meio de ação popular de 2011, a Ascar obteve liminarmente o direito à imunidade tributária frente ao INSS, mas a liminar foi cassada em 2018 pelo STJ. Desde então, a União intensificou os processos judiciais de cobrança, o que resultou em revés para a Ascar em maio deste ano, quando foi surpreendida com notificação judicial cobrando R$ 699 milhões referentes a três execuções fiscais, movidas pelo INSS por contribuição previdenciária patronal das últimas décadas.

 

Pecuária tem estratégia para elevar o abate de fêmeas

A estratégia adotada pelos pecuaristas de elevar o abate de fêmeas no Brasil, ao pico de 44% no mês passado, deve começar a dar resultados na cotação do boi a partir a partir do mês de dezembro. Análise do economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, aponta que tal decisão vai proporcionar o enxugamento da oferta de gado, muito alta os últimos meses, o que ocasionou o derretimento dos preços de mercado tanto do boi quanto do terneiro. O economista explica que o ciclo da pecuária funciona assim: quando o preço do boi sobe, o do terneiro também costuma acumular alta. Então, para se aumentar a produção e vender produto valorizado, se retém as fêmeas. Com mais fêmeas retidas se aumenta a oferta e, consequentemente, os preços do mercado voltam a cair, o que foi agravado neste ano, lembra Antônio da Luz, pela atuação da China, que suspendeu as compras de carne brasileira em razão de um caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina no Brasil (o mal da vaca louca) em março deste ano e, ainda, em consequência da pandemia.

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