Combater o mosquito Aedes Aegypti significa conter a expansão da Dengue, do Zika e da Chikungunya

  • 26 de janeiro de 2024

O mosquito Aedes Aegypti, na condição de transmissor da Dengue, do Zika e da Chikungunya, tem sido um dos maiores agressores da saúde pública. Embora as campanhas permanentes de combate a esse mosquito, sua capacidade de resistência e multiplicação persiste como um desafio à saúde pública. O Brasil, infelizmente, continua sendo um cenário permanente na reprodução do mosquito Aedes Aegypti, instalando-se nas pessoas com a alternativa de três doenças, a Dengue, o Zika e a Chikungunya, todas atuando gravemente no corpo humano.

O sistema público de prevenção de doenças geradas por vírus tem combatido de forma permanente o mosquito Aedes Aegypti, por ser o portador de moléstias que causam muitos danos às pessoas, desde a longa permanência no corpo humano até a ocorrência de óbitos. Infelizmente, a população  brasileira não tem sido um colaborador atento no combate ao mosquito, já que, mesmo diante dos constantes chamamentos dos órgãos oficiais de proteção da saúde pública, o Aedes Aegypti continua instalado nas cidades, mais precisamente nos pátios das casas residenciais, desenvolvendo-se em águas paradas, como vasos de flores, em pneus desativados e todos os tipos de vasilhas jogadas de forma irresponsável em locais onde se tornam depósitos de água da chuva, ali permanecendo de forma perene. Esse é o cenário onde o mosquito se multiplica. Enquanto a população não assumir a missão de eliminar fontes para o desenvolvimento do mosquito, essa batalha continuará derrotando nossas vidas.

Por isso, vamos relembrar as três ameaças que o Aedes Aegypti representa:

Dengue – É a arbovirose urbana de maior relevância nas Américas. Ela é transmitida por mosquitos do gênero Aedes e possui como agente etiológico o vírus Dengue (DENV) com quatro sorotipos: 1,2,3 e 4. Estima-se que 500 milhões de pessoas estejam sob o risco de contrair a doença nas Américas. A principal forma de transmissão do vírus da dengue é a vetorial, que ocorre pela picada das fêmeas do Aedes Aegypti infectados no ciclo humano. Na natureza, esses vírus são mantidos entre mosquitos, principalmente por intermédio da transmissão transvariana. Somente a fêmea pica as pessoas. A fêmea necessita de sangue em seu organismo para amadurecer seus ovos e, assim, dar sequência ao seu ciclo de vida. Uma pessoa infectada pelo vírus causador da Dengue pode transmiti-lo para outra pessoa. Contudo, os relatos da transmissão (gestante/feto) são raros.

Chikungunya – É transmitido pela picada de fêmeas infectadas pelo mosquito. Pode apresentar perfil de infecção crônica nas pessoas infectadas. Provoca dores intensas nas articulações. Alguns pacientes podem apresentar casos atípicos e graves da doença que podem evoluir para óbito.

Zika – O vírus é transmitido também por fêmeas dos mosquitos Aedes Aegypti. A atenção deve ser redobrada em pacientes gestantes, pelo fato de haver risco de transmissão transplacentária  do vírus Zika para o feto, podendo causar malformação do feto, como a microcefalia e até mesmo um aborto.

Por último, é importante salientar que a microcefalia é uma formação em que o cérebro não só se desenvolve de forma congênita. O Zika Vírus está associado à microcefalia de bebês, cujas mães foram contaminadas durante a gestação.

Informe-se sobre a vacinação na sua cidade.

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