• 9 de setembro de 2023

Frutificar – O Projeto Frutificar surgiu na Casa do Poeta, presidida pela profª Vânia Coimbra. O objetivo é fazer de São Luiz Gonzaga uma cidade produtora de frutas em sua área urbana. Isso está sendo feito e os resultados são consequência das doações de mudas de árvores frutíferas. Os apoiadores desse movimento adquirem mudas em empresas desse ramo de negócio, em favor do Projeto Frutificar. Graças a esse apoio, já foi possível fazer o plantio de 700 mudas de árvores na Vila Jauri e em outros locais da cidade. Na companhia de João Carlos Dias de Oliveira, colaborador do Projeto Frutificar, visitamos a Vila Jauri, onde as mudas de árvores frutíferas estão plantadas em frente às casas. Os moradores integram essa ação, cuidando do desenvolvimento das mudas. A ideia da profª Vânia Coimbra é fazer o Projeto Frutificar alcançar todas as regiões da cidade. Quem quiser ajudar esse movimento, doando mudas, poderá fazê-lo da forma mais espontânea possível. Basta adquirir mudas em empresas do ramo e solicitar a entrega ao Projeto Frutificar.

Cirurgia – A vereadora Ana Barros passou por cirurgia no Hospital da Unimed, em Santo Ângelo, para corrigir os efeitos das fraturas em seu rosto, em colisão de veículos quando se dirigia para São Luiz Gonzaga. Está em repouso, em casa, para superar essa consequência do acidente.

Eleições municipais – A eleição será no próximo ano, mas partidos e lideranças políticas já se movimentam para definir como participarão desse pleito. A eleição será para escolha do prefeito, vice-prefeito e vereadores. Alguns nomes já estão sendo divulgados por apoiadores, mas os partidos ainda não se pronunciaram.

Transporte coletivo – Nossa região está com comunicação reduzida entre as cidades, distritos e vilas. O número de passageiros diminuiu de tal forma, que inviabilizou a manutenção de linhas regulares de ônibus das cidades com seus distritos e também entre cidades. Se criou um incrível isolamento, embora estejamos a poucos quilômetros de distância. Já o transporte coletivo urbano, dentro da cidade, também está sendo cancelado em muitas cidades, como é o caso de São Luiz Gonzaga, porque o preço da passagem ficou acima da capacidade de pagamento da população que precisa desse transporte. O preço aumentou porque diminuiu a frequência média de passageiros, o que exigiu aumento na tarifa para cobrir os custos e garantir o resultado financeiro à empresa que faz o transporte. Esse ajuste não funcionou e a consequência foi o cancelamento do serviço. Já na região metropolitana de Porto Alegre, onde o transporte coletivo é necessário, em função das moradias dos trabalhadores serem distantes de seus locais de trabalho, o preço da passagem se tornou insuportável para quem não podia abrir mão desse transporte. Em vista disso, as Prefeituras, inclusive a de Porto Alegre, está subsidiando, isto é, pagando parte do custo da passagem, para que o trabalhador possa se dirigir diariamente ao seu local de trabalho, pagando pela passagem o que permite o salário médio da categoria funcional a que pertence. Estações Rodoviárias resistem com poucas linhas de ônibus ativas e sobrevivem as que têm linhas de longa distância, que ainda têm passageiros em número que permitem a sua permanência. Esse isolamento a que estamos, todos, submetidos e precisa ter uma solução. Como será, não sabemos, mas seguramente é um grande desafio que temos pela frente.

Deficientes – Participamos de uma reunião na Câmara de Vereadores, com uma representação do Senado, para discussão das dificuldades enfrentadas pelos deficientes de São Luiz Gonzaga. A iniciativa foi da vereadora Ana Barros, que não pode se fazer presente, porque estava acidentada. A reunião foi encaminhada por um assessor do Senado, com 100% de cegueira.  Seu pronunciamento revelou toda a grandeza das limitações impostas às pessoas com deficiência, para conseguir o seu lugar como cidadão, no trabalho, na comunidade. Também ouvimos dois pronunciamentos de mães aqui residentes. Elas contaram sobre a luta diária para trabalhar e cuidar de filhos deficientes. Foram manifestações comoventes, mas essas senhoras se revelaram com muita coragem, sem jamais admitir entregar os pontos. Foram duas horas de importantes manifestações. O plenário da Câmara de Vereadores estava lotado de pessoas que vivem essa situação, representantes de entidades e mães com filhos em cadeiras de rodas. Uma oradora explicou o que era o “amor cristão”: ser feliz pelo bem estar dos outros. Apenas um vereador estava presente nessa reunião.

 

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