Guerra | Academia | Seca | CNEC

  • 13 de outubro de 2023

A Guerra 

O conflito, deflagrado sábado passado, entre o Hamas (grupo palestino que tem
sua sede na Faixa de Gasa) e Israel, continua sendo acompanhado por todo o mundo. O Israel,
considerado um estado muito bem armado, com capacidade de mobilizar cerca de 300 mil
soldados que constituem a sua reserva militar em poucas horas, foi surpreendido por um ato
de guerra, que na verdade é uma consequência da difícil convivência de judeus e comunidades
árabes. O cenário da guerra acontece onde surgiram as três maiores correntes religiosas do
nosso tempo, formadas por judeus, católicos e evangélicos, tendo como matriz a cidade de
Jerusalém.

A guerra tem vários cenários, desde a luta corporal até os mais sofisticados
caminhos tecnológicos e ganha o interesse mundial, porque acontece em local sagrado, onde
se desenvolve arraigado pensamento religioso, raiz de conceitos marcados pelo
comprometimento absoluto com ideais sustentados em formações religiosas absolutamente
preferenciais para os seus integrantes, no que diz respeito ao destino que dão às suas vidas.
Dessa região, profundamente religiosa, mas quase sempre em guerra, que herdamos a cultura
que forjou os elementos constituintes da base da nossa organização social, política e religiosa.
Por isso mesmo, essa guerra interessa a todo o mundo, porque lá estão as nossas raízes mais
profundas.

Cobertura 

A imprensa brasileira faz uma cobertura impecável, com jornalistas preparados
para cobrir uma guerra acompanhada por um público com opiniões não somente diferentes,
mas com exemplos de marcante comprometimento. Destaco especialmente a Globo News,
que colocou toda a sua programação de 24 horas/dia no acompanhamento desse confronto
que é mais de bélico, porque por trás de pessoas e armas, estão ideias fortemente assentadas.

Troca de Prisioneiros 

Nos primeiros combates da guerra, o Grupo Hamas dedicou-se a
prender cidadãos israelenses, desde idosos até crianças. O objetivo é tê-los para “troca de
prisioneiros”. Em conflitos anteriores, trocas foram feitas dando um grupo de pessoas por
apenas uma. Esse mesmo exemplo poderá se repetir agora.

Indígena na Academia 

A ABL – Academia Brasileira de Letras, acaba de receber um
indígena para constituir essa sociedade de notáveis na cultura e no conhecimento. O seu nome
é Ailton Kienak. Antes que o leitor se surpreenda pela indicação de um índio para integrar a
academia que é a síntese da cultura nacional, é importante informar que se trata de um
ambientalista, poeta e filósofo, autor de 13 livros e de grande militância nos movimentos
literários em nosso país.

Seca

Rios estão secando na Amazônia. Esse resultado é um fato novo. Isso nunca aconteceu
antes. Não podemos esquecer que o território amazônico, graças a sua umidade permanente,
gera “rios voadores” que garantem a normalidade climática na Região Sul do Brasil. Sem
recuperar seu status, vamos infelizmente sofrer pela dificuldade nessa entrega de água à nossa
região. Enquanto isso acontece no norte do Brasil, na região Sul acontece enchentes, como é o
caso de Santa Catarina, onde 60 cidades estiveram ou ainda estão em estado de emergência.
No Rio Grande do Sul, famílias retornam para suas casas, mas logo depois precisam voltar ao
abrigo coletivo. Em São Paulo, correntes dágua destroem ruas e outras estruturas urbanas.

CNEC

A CNEC – Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, teve grande presença na
comunidade, através do Ginásio Comercial (com estrutura para formar auxiliares de escritório)
e da criação do Curso Científico, formação que ainda não tínhamos em São Luiz Gonzaga.
Atualmente está com o prédio fechado, porque pediu a sua desocupação, para o último
inquilino, no caso uma escola. Em dezembro vai completar dois anos com os prédios fechados.

Soube que o Prefeito Sidney Brondani solicitou a cedência do prédio para instalar aqui um
Instituto Federal. Consta que a entidade não fez cedência, não alugou e nem vende. Esse
prédio tem dois prédios, um de dois pisos que teve a Prefeitura como a parceira, liberando
recursos financeiros. O outro prédio, com um piso, foi construído integralmente pela
Prefeitura. Sem uso, o prédio ganha todos os dias uma condição mais próxima de casa
abandonada.

 

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