É preciso reagir ao desequilíbrio ambiental

  • 1 de março de 2024

O calor intenso de fevereiro só foi superado por chuvas intensas que tornaram várias cidades área de passagem das águas que rolaram das regiões mais altas até as mais baixas. Em vários locais a velocidade, a grandeza e o volume das águas, foram assustadoras, causaram afogamentos e a realização de difíceis operações de salvamento. Também resultou na destruição de ruas, passeios públicos, casas residenciais e comerciais, redes elétricas e de comunicação, tornando a vida impossível de ser reorganizada, a não ser através de mega-projetos envolvendo serviços públicos de salvamento, somados às patrulhas civis, formadas pela necessidade de socorrer os que estão sendo empurrados para o abismo das águas correntes e de ventos cuja velocidade caracterizam um estado de fúria climática. .

Nesta região o problema foi menor, mas o ocorrido aqui foi o suficiente para provocar a paralisação parcial de algumas atividades que marcam o cotidiano das cidades. Afora isso, se registra a repercussão que chega das áreas mais atingidas, o que nos coloca no centro de um desequilíbrio que se torna presente em atividades fundamentais, como a da produção no campo, alicerce maior da nossa economia.

As agências que avaliam o clima e suas reações, prevenindo que o desequilíbrio ambiental já estava ao alcance dos olhares mais atentos, para logo em seguida ser matéria confirmada em laboratórios de todo o mundo e que sinalizam irreversível mudança climática.

Houve uma quebra de regras em relação ao clima, porque a população de todos os continentes se tornou predadora do meio ambiente. Quando vemos eventos naturais de alguma forma revelando descontrole, porque eixos do clima já não transitam com regularidade, porque perderam o rumo marcante de sua atividade, é necessário sinalizar a necessidade de ações com poder capaz de restabelecer as conexões do clima e assim garantir vida às novas gerações.

As experiências construídas em laboratórios, através de pesquisas sustentadas em tecnologias mais recentes, parece ser o caminho capaz de cessar o descontrole e, em seguida, avançar sobre o desmanche do clima e assim recuperar os eixos que conduzem o mundo a um estágio mais próximo da normalidade climática, mas ainda muito longe das reações naturais do meio ambiente.

Assim como levamos séculos para desequilibrar a natureza, precisaremos agora do mesmo tempo para vencer o avanço da desordem climática.

Travar o avanço do desequilíbrio é um grande passo para preservar o futuro às novas gerações, que por sua vez precisarão dedicar-se à pesquisa científica, o único caminho capaz de oferecer alguma chance de superar os erros e retomar o andar na busca do futuro.

Também devemos adotar atitudes que conduzam à proteção do solo e energia capaz de desenvolver conhecimentos para recuperar valores perdidos, mas felizmente agora dotados com outras chaves de segurança, produzidas através do conhecimento científico, obtido por cientistas dedicados em todos os continentes, na busca da sustentação da viabilidade à vida em nosso planeta. .

O futuro vai desativar a maior parte das rotinas que adotamos no mundo que temos hoje e que serão substituídas por outras que ainda estão sendo elaboradas. Temos que estar abertos para assumir as mudanças decorrentes do novo mundo do futuro e manter na Terra os melhores caminhos para chegar ao mundo que só será perfeito, como desejamos, se o avanço científico se propuser a proporcionar espaço suficiente, em todos os sentidos, para todos.

A ambição desmedida ainda aparece nas dobras das nossas possibilidades de reverter os estragos que ainda estão a destruir rotinas que nos ofereceram tanta satisfação e bem estar, para realizamos projetos de vida.

Antes de tudo é preciso acreditar que podemos. E então agir, na dimensão que pessoalmente caberá a cada um, em todo o mundo.

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