ENTREM NA RODA

  • 30 de junho de 2023

É inerente no reino animal (racional e irracional) juntar-se para ter força, ajuda mútua e aprendizagem.

Ter-se-ia, inicialmente, exemplos de trabalho conjunto.

Reparem as formigas, carregando folhas. Todas pegam um pedaço e lá vão elas até o formigueiro. Ao passar pequenos aclives ou declives elas vão contornando e saem do obstáculo e seguem caminho. Qual conteúdo vão cortando constitui outra história. Mas, vão se ajudando.

Abelhas também dão exemplo de vida em comunidade.

Animais maiores, mesmo cognominados ferozes, andam em grupos, seguindo um líder. Um corre, todos apressam o passo. Procura água, alimento.

Cada animal tem suas características. Mas… ‘Decidem’ em grupo suas andanças. Quem se isolar está doente.

O ser humano, por apontar, na escala animal, no topo, compreende este universo de terra, água e mar. É dito racional.

Cada ser ocupa seu nicho com suas peculiaridades e hábitos próprios.

O homem não nasce para viver isolado. Isto é mais velho que o chão. Juntam-se a outros desde a tenra infância. Ao crescer convive com outros de hábitos diferentes, sempre tendo em meta o desenvolvimento do bem comum. A educação vai moldando. A cada dia vai acrescentando mais ensinamentos, seguindo a lógica do progresso individual e coletivo. Entram na roda.

Há jovens que formam suas turmas, ajudando-se nas dificuldades e nas atividades escolares e sociais. Como é enriquecedor sentir jovens alinhados com atividades socializantes, assim contribuindo para uma sociedade mais humana, mais produtiva.

Na Semana do Cooperativismo, onde esta terra missioneira deu exemplo dos primeiros sistemas cooperativos, visando o bem comum é hora de estudar nossas origens. O Instituto Histórico e Geográfico local abre as portas para ver e viver os primórdios de nossa povoação. Sozinhos não contribuem para um mundo melhor. Isolado não se faz nada. Torna-se um déspota num mundo de um homem só.

Sintomas depressivos são mais costumeiros em pessoas isoladas, que não estendem a mão para nada.

A participação de todos em trabalhos na comunidade, não visando lucro apenas monetário é essencial para o crescimento de uma cidade, zona urbana ou rural e no interior de suas famílias.

Vão à luta. Trabalho de muitas mãos são imprescindíveis nas comunidades da igreja, hospital, praças públicas, entidades recreativas, esportivas, intelectuais, artísticas. Lembrem o trabalho dignifica a vida, torna-a mais produtiva, diminui as ‘encrencas’ emotivas.

Entrem na roda, cantem e dancem juntos.

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