Israel x Hamas

  • 13 de outubro de 2023
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Mundo acompanha mais um conflito


Em uma guerra inesperada, Israel e o Hamas estão em conflito sem precedentes desde sábado (7), quando o grupo terrorista, que governa a Faixa de Gaza, invadiu Israel, matando e sequestrando civis.

Ao todo, 2.554 pessoas morreram, segundo os dois lados. Dois brasileiros estão entre as vítimas: Bruna Valeanu e Ranani Glazer. Em paralelo, Tel Aviv disse ainda ter encontrado outros 1.500 corpos de integrantes do Hamas em território israelense.

Enquanto há meses o mundo acompanhava a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o novo conflito que eclode neste momento reascende o sinal de alerta e apreensão da humanidade.

 

Brasil convoca Conselho de Segurança da ONU


O Brasil convocou para esta sexta-feira, 13, uma reunião do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) para discutir as questões humanitárias na Faixa de Gaza e debater resoluções para o conflito na região.

Para o Ministério das Relações Exteriores (MRE) é preciso aproveitar o fato de estar ocupando a presidência para discutir e liderar os esforços pela paz na região. O governo brasileiro teme que a guerra escale ao ponto de se tornar uma nova frente global de conflito, como ocorre na guerra da Ucrânia.

Legenda: Reunião do Conselho de Segurança da ONU, na Sede das Nações Unidas, em Nova York

Crédito: REUTERS/Carlo Allegri

 

Repatriados


O terceiro voo da Operação Voltando em Paz com mais 69 brasileiros repatriados da zona de conflito no Oriente Médio decolou de Tel Aviv, em Israel, às 11h55 (horário de Brasília) na quinta-feira, 12. A aeronave é um KC-390 Millennium, da Força Aérea Brasileira (FAB). Serão realizadas duas paradas técnicas, uma em Lisboa e outra em Cabo Verde. O plano de voo prevê aterrissagem no Brasil no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, nesta sexta-feira, 13.

O Itamaraty diz que segue acompanhando a situação dos turistas e das comunidades brasileiras na região. A estimativa é que 14 mil brasileiros vivem em Israel e 6 mil na Palestina, a grande maioria fora da área afetada pelos ataques. O governo brasileiro reservou seis aeronaves da FAB para a repatriação.

 

Execução


O Hamas executou uma senhora, identificada como Blacha Levenson, e compartilhou em suas redes sociais o momento em que mataram a mulher. Além do vídeo da execução, o grupo ainda fez diversos registros do corpo da mulher. Foi por meio das redes sociais que a família de Blacha ficou sabendo do que tinha acontecido com a mulher. Segundo o jornal britânico ‘The Telegraph’ no vídeo é possível ver a idosa caindo no chão, com sangue à sua volta e homens armados por cima dela.

Nas redes sociais, Adi Bayder, neta da mulher, fez um desabafo sobre a situação. “Minha vó foi assassinada ontem de manhã. Um terrorista invadiu a casa dela e matou-a. Sabes como descobrimos isso? Terrivelmente cruel que a terrorista filmou e fez upload na sua página do Facebook”, escreveu.

 

Encontro


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, recebeu na quinta-feira (12) uma visita do secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken. O americano pousou em Tel Aviv para se reunir com altas autoridades israelenses.

Netanyahu ressaltou que a visita de Blinken é mais um “exemplo tangível do inequívoco apoio dos EUA por Israel” e convocou a comunidade das nações a somar ao seu lado na guerra contra o Hamas, a quem chamou de “um inimigo da civilização.”

“Hamas é o Estado Islâmico, e da forma que o Estado Islâmico foi liquidado, o Hamas também deverá será liquidado”, disse o premiê israelense.

 

Desabastecimento


Gaza não receberá eletricidade, água ou combustível até que os reféns israelenses detidos pelo Hamas retornem para casa, disse o ministro da Energia de Israel, Israel Katz, na quinta-feira (12).

“Nenhum interruptor elétrico será ligado, nenhum hidrante será aberto e nenhum caminhão de combustível entrará até que os israelenses sequestrados retornem para casa. Humanitário por humanitário. E ninguém vai nos pregar a moral”, escreveu Katz no X, antigo Twitter.

Durante o ataque no sábado (7), extremistas armados do Hamas invadiram Israel e levaram até 150 reféns, incluindo oficiais do exército israelense, de volta a Gaza.

O Hamas alertou que começaria a executar reféns se Israel atacasse pessoas em Gaza sem aviso prévio.

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