O Romance da Vida

  • 16 de setembro de 2023

Na vastidão efêmera da existência humana, onde cada passo é uma dança delicada no fio do tempo, encontramos a metáfora suprema do romantismo da vida na busca incessante pela felicidade. É uma jornada que se assemelha a um romance, uma narrativa que se desenrola em capítulos imprevisíveis, repletos de momentos doces e desafios amargos.

Assim como em um romance clássico, o início da busca pela felicidade é como a primeira página de um livro, cheia de expectativas e promessas. Os protagonistas, que somos nós mesmos, lançam-se no enredo com coragem e sonhos, ansiosos por encontrar o amor, a realização pessoal e a paz interior.

À medida que avançamos, encontramos personagens secundários em nossa história, pessoas que cruzam nosso caminho e que, de alguma forma, moldam nossa trajetória. Alguns são como os heróis e heroínas de um romance, inspirando-nos, trazendo luz às nossas vidas. Outros podem ser os vilões, lançando desafios inesperados, mas que, eventualmente, nos fortalecem.

Os cenários da busca pela felicidade são tão diversos quanto os mundos imaginários de um romance literário. Podemos encontrar a felicidade nas montanhas majestosas da realização profissional, nos vales serenos da meditação e autoconhecimento, ou nas praias ensolaradas do amor romântico. Cada página dessa busca é única e carrega sua própria poesia.

Às vezes, o caminho se torna íngreme e tortuoso, as tormentas da vida desafiam nossa resiliência. No entanto, assim como os protagonistas de um romance que superam adversidades para alcançar seu final feliz, também nós continuamos nossa jornada. Afinal, é a luta e a superação que tornam a busca pela felicidade um romance verdadeiramente épico.

E que dizer dos momentos de êxtase, quando nos sentimos no auge da paixão, seja pelo nosso amor, nossa carreira ou por um projeto que nos encanta? Esses são os clímaxes de nosso romance da felicidade, momentos de pura exuberância, onde sentimos que tocamos as estrelas.

Mas, como em todo romance, a vida também nos ensina sobre a efemeridade e a impermanência. Assim como viramos a última página de um livro, um dia também chegamos ao epílogo de nossa jornada terrena. E, ao fazê-lo, percebemos que o verdadeiro romantismo da vida não reside apenas no início ou no clímax, mas na própria busca pela felicidade.

Nossa busca pela felicidade é como um romance eterno, que se estende por gerações, transcendendo os limites do tempo e do espaço. Afinal, o romantismo da vida está em nossa capacidade de amar, de sonhar, de criar e de buscar incessantemente a felicidade, mesmo sabendo que ela é tão fugaz quanto as palavras de um poema. Você acordou hoje disposto a encontrá-la? Bora!

Entidades e empresas se mobilizam para promoção do Arroz Solidário

Estão em ritmo intenso os trabalhos de organização da primeira edição do Arroz Solidário. A programação ocorre no próximo dia…

Alunos do IERB criaram desenhos com mensagens de esperança aos atingidos pelas enchentes

Neste mês de maio, as professoras do Instituto Estadual Rui Barbosa, Gisele Silva De Oliveira Guedes e Viviane Siqueira Alves,…

Rock solidário nesta sexta-feira, no Atlanta

Nesta sexta-feira, 24 de maio, junto ao Atlanta Boliche Bar em São Luiz Gonzaga, será realizada a noite do Rock…