RUMORES E HUMORES

  • 9 de junho de 2023

Uma das maiores viroses, e graves, do mundo atual são as redes ditas sociais. É uma tragédia semelhante à hipocrisia. Caça qualquer idade, sexo, raça, escolaridade. É uma embriaguez que atinge a cultura popular.

Como autômatos, cabeças baixam e seguem a fila que anda. Não olham laterais, e muitas vezes, atrás. Andam, andam sem pensar. Não usam a massa cinzenta. Preguiça ou maledicência coletiva.

Quaisquer assuntos entram, sem pedir licença, espalhando rumores, transformando humores.

Há uma brincadeira infantil do telefone sem fio. Era muito usada para orientar crianças e adolescentes. Inicia com o ‘cochicho’ ao colega do lado. Este passa adiante a mensagem recebida. Tudo ao pé do ouvido. Após terminar o círculo, o último que ouviu do antecessor fala em voz alta e compara com o iniciante da brincadeira. E, é claro, o assunto está diferente, distorcido do inicial. Assim funciona o falatório popular.

A dinâmica das redes sociais fanatiza a população. Ficar sem ela gera doença, angústia, insônia. E dá-lhe medicação controlada!

Quando foram criadas as redes sociais, o objetivo seria vendas, cumprimentar amigos e parentes, receber notícias deles, principalmente se moravam longe. Dar notícias de saúde, cursos, aprovação em vestibular, cumprimentos de aniversário, bodas. Lindo! Mas sujou.

A escola assumia o controle dos alunos. Telefone? A Direção controlava. Chamar os pais quando o aluno estava não se sentindo bem ou estava faltando aulas. O bilhetinho no caderno (havia!), comunicava reuniões, controlava em parte a rotina dos alunos. Tudo mudou? Nem tanto. Educação continua sendo educação. Gerar filhos, praticamente, está da mesma maneira. Os pais modificaram? A escola? O aluno? O professor?

O celular, no momento, parece ser objeto indispensável na mochila. E, ainda, há pais que, realmente, acreditam nisto.

Ao sair do foco escola, o ambiente social é regado por notícias, muitas vezes falsas, e perambula de boca em boca, como o ‘cochicho’ da ‘verdade falsa’. E, não são, muitas vezes, cidadãos de baixa instrução. Pode até ter um bom nível intelectual.

O rumor dos alunos ‘antigos’ era a matemática. O atual atinge o humor da falsidade, mentira, desobediência, superprotecionismo.

Que fazer? Boa pergunta. Cultivar nas crianças, bons hábitos, adolescentes bem orientados para termos adultos responsáveis e senis serenos. Não ter pena do choro e compensar com bens materiais. O ambiente familiar ainda é tudo.

Saúde mental melhora o rumor e o humor. Pratique individual e social.

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